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Engenharia Química na Indústria Automobilística

  • Foto do escritor: ProcEQ Jr.
    ProcEQ Jr.
  • 16 de dez. de 2019
  • 2 min de leitura

A indústria automobilística engloba a concepção e o desenvolvimento de projetos, a fabricação, a publicidade e a venda de veículos automobilísticos. Possui participação expressiva na economia e está, portanto, diretamente ligada ao desenvolvimento do país, uma vez que cria demandas para uma grande cadeia de indústrias paralelas, gerando, assim, numerosos empregos diretos e indiretos.


As etapas do processo produtivo da indústria automobilística são:


Fabricação de motores e transmissão: produz-se os motores e transmissores (caixas de câmbio e eixos, que são responsáveis por transferir a energia gerada pelo motor para as rodas do veículo de forma eficiente e confiável). Nela, o engenheiro químico atua no processo de usinagem, no tratamento térmico, na montagem e principalmente no desenvolvimento de motores e transmissores, uma vez que além dos materiais empregados a queima de combustível deve ser a mais eficiente possível e deve ser otimizada de forma a diminuir a emissão de gases nocivos ao meio ambiente.


Prensas: transforma-se as chapas de aço em peças com as características (dimensões, formas) desejadas. Ocorre também a geração de resíduos das chapas, que normalmente são transformadas em sucatas prensadas para em seguida ser reprocessadas. Utiliza-se recorrentemente nesta etapa processos automatizados, e cabe ao engenheiro químico, otimizá-los, tornando-os mais eficientes.


Funilaria: etapa em que ocorre o processo de soldagem das peças estampadas nas prensas. Nela, os veículos começam a ganhar forma. Os engenheiros químicos atuam especialmente na otimização e eficiência dos processos, tendo em vista o alto nível de automatização.


Pintura: realiza-se a limpeza das peças por meio de banhos químicos, e, em seguida, os processos de proteção anticorrosiva, a aplicação de camadas de base da pintura, da cor e, por fim, de verniz. O profissional participa do desenvolvimento dos processos de tratamento mencionados, fundamentais para que os automóveis resistam às adversidades a que são expostos. É também responsável pela determinação dos materiais de cobertura das chapas internas e externas, que formam a película de cor final (uma excelente proteção que confere ainda boa aparência aos veículos).


Montagem final: nessa etapa é feita a leitura do código de barras, que informa toda a linha sobre as suas características técnicas de montagem e todos os equipamentos internos e externos do veículo são inseridos. Realiza-se, nela, a análise elétrica, a convergência das rodas e o controle estático de níveis.


Pista de teste: realiza-se testes de ruídos, impermeabilidade e funcionamento geral. O engenheiro químico pode atuar nos testes de impermeabilidade feito nas cabines hídricas.



Fica evidente, portanto, que engenheiros químicos não só podem atuar na indústria automobilística, como têm um papel relevante para o seguimento. Cabe ao profissional, nesse sentido, qualificar-se cada vez mais, a fim de aprimorar constantemente os processos produtivos em que está envolvido, a fim de entregar produtos com mais qualidade e preços mais competitivos.


E aí, o que achou? Conta para a gente.

 
 
 

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